segunda-feira, 28 de junho de 2010

I'll send to you

Lembras quando eu te disse que as vezes eu tinha a sensação de que eu chegaria em casa, ou em qualquer outro lugar, e te encontraria, te abraçaria e nunca deixaria o tempo passar?
Essa sensação, por mais que me machuque quando percebo que não vou te encontrar, me deixa feliz. Faz-me viver de verdade a cada vez que eu a sinto. Deixa-me com esperanças de que um dia satisfarei tal vontade. E essa esperança é o que me move pra continuar vivendo.
Faz-me imensamente bem saber que eu amo alguém, que eu tenho uma razão pra estar aqui nesse mundo louco. O que eu sinto é que eu já te abracei, já te beijei, já te tive ao meu lado, só estou com abstinência disso e espero ansiosamente por chegar em casa e saciá-la.
Mesmo que seja só mais um delírio meu, não sabes o quanto é bom sentir você perto de mim, porque ninguém consegue ser o que você é pra mim.
E não me importa mais nada, amr, só você é quem pode me fazer querer viver. Só com você eu descobri o que é o amor, porque eu aprendi a amar quando te conheci.
Por mais que existam barreiras entre nós, nenhuma é grande o suficiente pra me fazer não te amar mais. E me desculpe se fui criança com você, ciumento demais ou não te entendi em alguns momentos.
Você já faz parte de mim.
És o meu coração fora do meu corpo.
Eu te amo, Ananda, e nada, nem ninguém, pode mudar isso!

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